Comprar o primeiro imóvel costuma representar estabilidade. Já o segundo imóvel normalmente surge com outro objetivo: transformar patrimônio em renda recorrente.
Para muitos investidores, a estratégia é simples: comprar um imóvel e gerar receita com aluguel, enquanto o bem se valoriza ao longo do tempo. E o cenário atual ajuda a explicar por que esse tipo de investimento vem ganhando atenção.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Brasil tinha 17,8 milhões de domicílios alugados em 2024, o equivalente a 23% das moradias do país, o maior patamar desde o início da série histórica, em 2016. No período, o número de imóveis alugados cresceu mais de 45%, passando de 12,3 milhões para o nível atual.
A mobilidade dos inquilinos também reforça esse movimento. A pesquisa “Raio-X do aluguel no Brasil”, realizada pela Loft em parceria com a Offerwise, mostrou que 41% dos locatários pretendem mudar de imóvel nos próximos meses.
Entre os principais motivos estão a busca por mais espaço (20%) e aluguéis mais acessíveis (14%), sinais claros de um mercado dinâmico e em constante renovação.
Diante desse cenário, surge uma pergunta comum entre investidores e proprietários: vale a pena investir em um segundo imóvel para gerar renda com aluguel? Para que você possa entender melhor essa questão, leia sobre:
- quando vale a pena investir em um segundo imóvel;
- quanto rende um imóvel alugado na prática;
- a diferença entre aluguel tradicional e curta temporada;
- como escolher um imóvel com maior potencial de retorno;
- dúvidas comuns sobre FGTS, financiamento e imposto de renda.
O que é considerado um segundo imóvel?
No Brasil, segundo imóvel é qualquer propriedade adquirida além da residência principal do proprietário. Em geral, trata-se de um imóvel que não serve como moradia habitual da família e pode ser utilizado para investimento, aluguel, valorização patrimonial ou uso ocasional.
Vale a pena investir em um segundo imóvel?
Sim, investir em um segundo imóvel pode valer a pena, principalmente para quem busca renda recorrente com aluguel e diversificação patrimonial. O imóvel funciona como um ativo real, que pode gerar receita mensal e ainda se valorizar ao longo do tempo.
Além disso, o mercado de locação no Brasil vem crescendo, o que aumenta a demanda por imóveis para aluguel. Quando bem localizado e com características valorizadas pelos inquilinos, um segundo imóvel tende a apresentar boa liquidez e ocupação.Por isso, muitos investidores utilizam o segundo imóvel como estratégia para construir renda passiva e fortalecer o patrimônio no longo prazo.

Quanto rende um segundo imóvel alugado?
A rentabilidade de um segundo imóvel alugado depende principalmente do valor do imóvel, do preço do aluguel e da demanda por locação na região.
No Brasil, o aluguel residencial costuma gerar retorno bruto médio entre 4% e 6% ao ano sobre o valor do imóvel.
Na prática, isso significa que um apartamento avaliado em R$ 400 mil, por exemplo, pode gerar uma renda anual entre R$ 16 mil e R$ 24 mil.
Esse rendimento pode variar de acordo com alguns fatores:
- localização do imóvel;
- infraestrutura do condomínio;
- padrão da construção;
- facilidade de acesso a comércio, serviços e transporte.
Além da renda mensal, investidores também costumam considerar o potencial de valorização da região, que pode aumentar o retorno total do investimento ao longo do tempo.
Aluguel tradicional ou curta temporada: qual rende mais?
Depende da localização do imóvel e do perfil de demanda da cidade. Em Araucária, o aluguel tradicional ainda é o modelo mais comum, principalmente pela presença do polo industrial e pela procura por moradia de médio e longo prazo.
Nesse cenário, a rentabilidade costuma ficar entre 5% e 6% ao ano, com menor rotatividade de inquilinos.
Ao mesmo tempo, existe um movimento que começa a ganhar espaço: a locação por períodos curtos. Como esse formato ainda é pouco explorado na cidade, há espaço para crescimento e menor concorrência, especialmente para imóveis bem localizados e com boa estrutura.
Esse tipo de locação pode atender profissionais que vêm à cidade a trabalho, prestadores de serviço, executivos e visitantes que permanecem por algumas semanas ou meses.
Por isso, imóveis localizados na região central e com padrão de condomínio e planta funcional, como o Província di Pádua, podem atender tanto o aluguel tradicional quanto a locação por curta temporada, ampliando as possibilidades de renda e de ocupação ao longo do ano.
Em cidades maiores, como Curitiba, a curta temporada já é mais consolidada e pode gerar receitas maiores, com potencial bruto entre 7% e 9% ao ano, mas também exige mais gestão e custos operacionais.
Como escolher um segundo imóvel para investir?
Escolher um segundo imóvel para investimento exige olhar principalmente para localização, demanda por aluguel e potencial de valorização. Regiões com boa infraestrutura, acesso a transporte, comércio e polos de emprego costumam ter maior liquidez e menor vacância.
O perfil do imóvel também influencia o retorno. Unidades de 1 ou 2 quartos, com plantas funcionais entre 40 m² e 70 m², tendem a ter maior procura, pois atendem solteiros, casais jovens e famílias pequenas.
Alguns fatores ajudam a aumentar a atratividade para locação:
- vaga de garagem, muito valorizada por famílias;
- planta moderna e bem distribuída, que facilita o uso dos ambientes;
- infraestrutura de condomínio, que amplia o valor percebido pelo inquilino
Outro ponto importante é avaliar o potencial de renda. Em geral, investidores buscam imóveis que possam gerar rentabilidade líquida acima de 5% ao ano, considerando aluguel e custos como condomínio e IPTU.
Na região de Curitiba, cidades como Araucária também vêm ganhando destaque. O crescimento do polo industrial e a proximidade com a capital têm ampliado a demanda por moradia e estadias de curta duração, principalmente para executivos e profissionais que trabalham na região.
Perguntas Frequentes
É possível comprar segundo imóvel com FGTS?
Sim, é possível usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na compra de um segundo imóvel, desde que algumas regras sejam cumpridas.
Entre elas, ter pelo menos três anos de trabalho sob regime do FGTS e não possuir financiamento ativo pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) na mesma cidade do imóvel que será comprado.
Como usar o FGTS para compra do segundo imóvel?
O FGTS pode ser utilizado para dar entrada, amortizar ou quitar parte do financiamento imobiliário.
Em geral, o imóvel precisa se enquadrar nas regras do Sistema Financeiro da Habitação e estar localizado em município diferente da residência principal do comprador, salvo algumas exceções previstas nas normas do fundo.
Como financiar o segundo imóvel com melhores condições?
Uma das opções mais comuns é o financiamento pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que permite financiar até cerca de 80% do valor do imóvel, com taxas mais competitivas.
Para conseguir melhores condições, vale comparar propostas entre bancos, manter uma entrada entre 20% e 30% e avaliar o custo efetivo total do financiamento.
Como declarar o segundo imóvel no imposto de renda?
O segundo imóvel deve ser informado na ficha “Bens e Direitos” da declaração anual da Receita Federal do Brasil, utilizando o código correspondente ao tipo de imóvel (como apartamento ou casa).
Caso o imóvel gere renda de aluguel, esses valores também precisam ser declarados como rendimentos tributáveis.
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Se a ideia é investir em um segundo imóvel com potencial de valorização e demanda por locação, conhecer a empresa responsável pelo empreendimento é um passo essencial. É nesse contexto que a VKR Empreendimentos construiu sua trajetória.
Fundada em 2000, em Curitiba, a empresa direcionou sua atuação para Araucária a partir de 2010, onde passou a desenvolver projetos voltados ao crescimento urbano da cidade. Ao longo desse período, a VKR acumulou resultados que ajudam a mostrar sua presença no mercado:
- 16 empreendimentos entregues;
- mais de 80 mil m² construídos;
- cerca de 6 mil moradores atendidos;
- 3 mil unidades previstas até 2025.
A empresa atua principalmente em Araucária, cidade que vem se destacando pelo crescimento econômico e pela proximidade com Curitiba, fatores que fortalecem a demanda por moradia e por imóveis para investimento.
Entre os projetos mais conhecidos da VKR estão empreendimentos como Residencial Singulare, Residencial Orquídeas e Residencial Província di Pádua, todos planejados para oferecer boa localização, plantas funcionais e infraestrutura de condomínio. Características que aumentam a atratividade tanto para moradores quanto para quem busca renda com aluguel.
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